sexta-feira, 11 de maio de 2012
TV Cultura, meu pêsames!
É o fim da TV Cultura. As políticas e os rumos que a emissora vem tomando, nos últimos anos, minaram um projeto de décadas de competência e independência numa TV brasileira. Agora, é o golpe de misericórdia: o Cocoricó vai receber celebridades, como Danilo Gentili e Marcos Mion. Este é o projeto de Geraldo Alckmin para a emissora paulista?
Tony Judt...quem o substituirá?
Acabei de ler o penúltimo livro de Tony Judt (achando que era o último, mas não era - descubri na última Piauí que nos últimos dias de vida - ele morreu em 2010 - ele ainda conseguiu escrever mais um livro!). Li "O Chalé da Memória". Ao escrevê-lo, seu mal de ELA - Esclerose Lateral Amiotrófica - já estava bem avançado, e ele então só falava, e mal, mas restava-lhe a memória e a incrível articulação de seus pensamentos e conhecimentos. Ele escreveu livros memoráveis, como "Post-War", "Reflexões sobre o Século XX, um século esquecido", "O Mal Ronda a Terra", e outros. Limitado como estava, ainda conseguiu, neste livro, proporcionar ao leitor relatos de suas experiências, muitos dos quais, pela argúcia e minúcia de suas observações, se interconectam e jogam novas luzes sobre experiência nossas, nós que somos seus contemporâneos. Recomendo muito este e todos os seus livros, que acho que deveriam ser lidos antes.
Agora, voltando para trás para não deixá-lo morrer, voltando no tempo de sua vida e no de minhas leituras, estou relendo "Reflexões sobre o Século XX". Relendo e lendo, lentamente, cada palavra destas resenhas de livros que não li. Não sei se ainda os lerei - uma biografia de Arthur Koestler, que Tony Judt resenha e não gostou e , por isso (ele sempre faz isto quando resenha um livro), acaba escrevendo sua própria versão do biografado. Para o bem e para o mal. Mas, é muito interessante, porque falando do autor em pauta, fala de si e de suas visões sobre temas capitais do nosso mundo. Depois continuo...
Agora, voltando para trás para não deixá-lo morrer, voltando no tempo de sua vida e no de minhas leituras, estou relendo "Reflexões sobre o Século XX". Relendo e lendo, lentamente, cada palavra destas resenhas de livros que não li. Não sei se ainda os lerei - uma biografia de Arthur Koestler, que Tony Judt resenha e não gostou e , por isso (ele sempre faz isto quando resenha um livro), acaba escrevendo sua própria versão do biografado. Para o bem e para o mal. Mas, é muito interessante, porque falando do autor em pauta, fala de si e de suas visões sobre temas capitais do nosso mundo. Depois continuo...
Bicicletada de Ghandi
Há uma semana, o fantástico Leonardo Fuks, os Cyclophônicos e apoiadores fizeram a Bicicletada de Ghandi. Partimos do obelisco em homenagem à República Brasileira, onde, Léo decretou a criação da República das Bicicletas, pedestres, cadeirantes, skatistas, patinadores, e de todos aqueles que se locomovem por seus próprios meio, humanos, e não motores. Partimos então, para a estátua de Ghandi, ao som de 'Oh Abre Alas'...reprimidos, olhavam atônitos. Libertos dançavam ao som que a Bicicletada ia espalhando. Ghandi, em pessoa, pedalou, e espero postar fotos suas em breve. Ele ainda portava um megafone com o qual, durante todo o trajeto, anunciava os direitos dos ciclistas, e o desejo reprimido do povo de ter uma cidade mais humana. Depois em frente ao imponente prédio onde reúnem-se nossos vereadores, marchamos sobre rodas e em círculo por quase uma hora ao som de Ravel, e outros. Um infeliz vereador, vestindo preto, saiu escondido, direto para o estacionamento, sem se dignar a olhar para os ciclo-manifestantes. Apenas mais um covarde, sem criatividade e venal vereador do Rio de Janeiro. Ghandi, oh Ghandi!
domingo, 25 de março de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Por Uma Melhor Integração: METRÔ-Rio + BICICLETAS
O que nos
traz hoje, Ciclistas Cariocas *, ao Metrô-Rio é o desejo de tornar a Cidade do
Rio de Janeiro mais humana e sustentável. O Metrô-Rio e as Bicicletas exercem
juntos, neste sonho possível, um fundamental papel: o Metrô-Rio, com seu
sistema de transporte limpo, rápido e de alta capacidade e as Bicicletas**, por
serem ecológicas, igualitárias e saudáveis, por excelência!
O diálogo
entre o Metrô-Rio e as Bicicletas tem uma história que começa em 2004 (Anexo 1).
Como resultado disto, há hoje bicicletários em onze estações, e é permitido
transportar Bicicletas nos trens nos finais de semanas. Estes relevantes passos
demonstram a capacidade de negociação das partes envolvidas e seu entendimento a
respeito dos ganhos da cidade ao integrar as duas modalidades de transporte.
Prosseguindo
neste diálogo, apresentamos, a seguir, propostas que avançam na integração.
Metrô/Bicicletas.
|
PROPOSTAS
1)
Realização de um estudo sobre a demanda e a oferta de
vagas nos bicicletários existentes nas estações do Metrô-Rio. Sugerimos que o
referido estudo seja conduzido por especialistas do Metrô em parceria com
representantes dos Ciclistas Cariocas. O tema é recorrente nas redes sociais
virtuais de ciclismo no Rio de Janeiro e, portanto, merece nova pesquisa que
subsidie as reais necessidades.
2)
Extensão da permissão para se portar Bicicletas nos
trens para os dias de semana. A determinação sobre quais
vagões, portas e horários será permitido transportá-las será definida pela
concessionária do Metrô-Rio. Pesquisamos como se dá este transporte em outras
cidades brasileiras (São Paulo, BH e Curitiba) e do mundo (Nova York, Londres e
Toronto) (ver Anexo 7).
3)
Permissão para se transportar Bicicletas Dobráveis, dobradas
e embaladas, em bolsas apropriadas, em todos os vagões, todos os dias, com
as devidas recomendações e cuidados postados nas estações (Anexo 4).
4) Permissão para o transporte de bicicletas nas escadas
rolantes. Sobre o tema, leia o texto extraído do Site Transporte
Ativo e veja o filme, no You Tube, que trata do Metrô de São Paulo.
5)
Colocação de Adesivos Educativos na traseira dos
ônibus do Metrô-Rio, e nos conveniados, e nos painéis internos
frontais. Os adesivos (como os mostrados abaixo) informam sobre segurança, lei
e convivência com o ciclista que, de acordo com o CTB Código de Trânsito Brasileiro,
deve, na ausência de ciclovias, circular na via para automóveis (ver também
Anexo 3):
Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de
pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver
ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização
destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação
regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.
Art. 201. (motoristas devem..) guardar
distância lateral de um metro e cinquenta centímetros ao passar ou ultrapassar
bicicleta.
Art. 220. Deixar de reduzir a
velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito:......
XII ao ultrapassar ciclista: Infração - grave;
(A
discussão sobre a distância segura entre veículos a motor e bicicletas está
ocorrendo em inúmeras localidades do mundo. Veja um exemplo no Anexo 3).
6)
Instalação de ‘Racks’ para Bicicletas na parte frontal
dos ônibus do Metrô-Rio e dos conveniados que percorrem as linhas expressas
da cidade, como a ligação Barra – Leblon (veja como se carrega o ‘Rack’, no Anexo 6).
Rack
para Bicicletas usado em inúmeras cidades da Europa e América do Norte.
7)
Participação de Ciclistas
Educadores nos programas de treinamento do Metrô-Rio para
familiarizar seu staff com a presença
crescente de Bicicletas nos trens e estações e vias públicas. A tônica dos
programas será o RESPEITO MÚTUO, e o treinamento se dará por meio de palestras,
vivências – motoristas e condutores de trens serão colocados na situação de
ciclistas, e vice-versa – filmes, e outros.
8)
Emprego dos monitores de TV nas
plataformas para projeções que incentivem e eduquem passageiros
a usarem Bicicletas e as transportarem no Metrô-Rio.
CONCLUSÃO
Esperamos que o nosso
encontro renove e reafirme a relação de parceria entre o Metrô-Rio e os Ciclistas
Cariocas. Que gere excelentes frutos e ações conjuntas neste futuro tão próximo
em que o Rio recebe importantes eventos - Rio + 20, COPA do Mundo e Olimpíadas.
Transporte público de qualidade, integrado a Bicicletas, será fundamental para
o sucesso destas iniciativas.
As três esferas de governo
respaldam a integração intermodal com Bicicletas: a Prefeitura da Cidade do Rio
de Janeiro, “Capital da Bicicleta” declarada, o Governo Estadual, com o programa da
Secretaria de Transportes intitulado “Rio Estado da Bicicleta” e o Governo Federal, no âmbito do Ministério das Cidades,
que possui o programa “Bicicleta-Brasil”.
Queremos poder contar
com a parceria do Metrô-Rio, e das empresas de ônibus conveniadas, nesta
iniciativa que se inspira tão somente no desejo de um futuro melhor e mais
sustentável na Cidade do Rio de Janeiro. Ganharemos todos muito, cariocas,
turistas e
a cidade que queremos maravilhosa!
Maysa Blay maysablay@gmail.com
Zé Lobo zelobo@ta.org.br
Anexo 1
Metrô Rio e o Ciclista

A Transporte
Ativo procurou o metrô pela primeira vez em 2004, através de Carlos André
Ferreira, o Kadeh, um dos sócios fundadores. O Motivo era o embarque de
bicicletas nos vagões, no mesmo ano o Grupo de Trabalho para Ciclovias da
Prefeitura, da qual a Transporte Ativo faz parte, também se pronunciou sobre o
assunto com o Metrô Rio. Um ano depois, em 2005, a empresa começava a
integração bicicletas / metrô, liberando o embarque destas aos domingos.
Ao longo dos
anos, vários técnicos e funcionários do Metrô Rio, participaram de workshops e
seminários ministrados pela Transporte Ativo em Parceria com a Prefeitura do
Rio, se aproximando cada vez mais do assunto bicicletas e transporte público,
veja alguns links para algumas atividades que o Metrô Rio participou:
http://www.ta.org.br/site/banco/7manuais/workshop/ws_ciclo_2007.htm
http://www.ta.org.br/site/BAnco/7manuais/t5wsp/
http://www.ta.org.br/site/banco/7manuais/workshop/ws_ciclo_2007.htm
http://www.ta.org.br/site/BAnco/7manuais/t5wsp/
Em 2008, em
uma nova aproximação, a TA levou ao Metrô uma apresentação sobre Bicicletas
Públicas, com o objetivo de apresentar a empresa uma nova tendência que estava
por vir e as possibilidades de integração modal entre bicicletas e metrô. O
mesmo projeto foi apresentado à Prefeitura e originou a atual Zona 30 de
Copacabana.
O assunto
despertou interesse, por parte do Metrô Rio, em bicicletários nos foi pedida uma
apresentação sobre o tema, seguida de um acompanhamento até o início da
implantação dos atuais bicicletários nas estações.
Anexo 2
A
propaganda se vale da Bicicleta para projetar sua imagem de sustentabilidade.
Exemplos, entre nós, são o Banco Itaú e o Bradesco, as seguradoras Sul América,
Porto Seguro e UNIMED, e muitas outras empresas. Veja alguns exemplos abaixo.
PORTO SOCORRO
BIKE
A Porto Seguro
incentiva o uso da bicicleta. E para que você possa pedalar com tranquilidade,
desenvolvemos o Porto Socorro Bike: um serviço de assistência* dia
e noite em caso de:
·
Pneu furado: reparo ou trocada câmara de ar (aros 20" e 26");
·
Quebra da corrente: emenda ou troca da corrente...
SULAMERICA
NIGHT BIKERS
|
Itaú
patrocina programa de aluguel de bicicletas no Rio
Ao todo serão
instaladas 60 estações em 14 bairros da cidade até 13 de dezembro deste ano
Gustavo Rampini
Anexo 3
A
BICICLETA :: Código de Trânsito Brasileiro (CTB)
Regras relativas a bicicletas
Art. 21.
Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;
II - planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de
veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação
e da segurança de ciclistas;
Art. 24.
Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito
de sua circunscrição:
I -
cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas
atribuições;
II -
planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres
e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de
ciclistas;
Art. 38.
Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o
condutor deverá:
(...)
Parágrafo
único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder
passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido
contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de
preferência de passagem.
Art. 39.
Nas vias urbanas, a operação de retorno deverá ser feita nos locais para isto
determinados, quer por meio de sinalização, quer pela existência de locais
apropriados, ou, ainda, em outros locais que ofereçam condições de segurança e
fluidez, observadas as características da via, do veículo, das condições meteorológicas
e da movimentação de pedestres e ciclistas.
Art. 58.
Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá
ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não
for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo
sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os
veículos automotores.
Parágrafo
único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar
a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos
automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.
Art. 59.
Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com
circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.
DOS
PEDESTRES E CONDUTORES DE VEÍCULOS NÃO MOTORIZADOS
Art. 68.
É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios ou passagens apropriadas das
vias urbanas e dos acostamentos das vias rurais para circulação, podendo a
autoridade competente permitir a utilização de parte da calçada para outros
fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedestres.
§ 1.º O
ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos
e deveres (...).
Anexo 4
Dobráveis”, conheça um pouco mais:
E a carioquíssima “Cyclophônica”, uma Orquestra de Câmara
Sobre Rodas, em suas “Dobráveis”, passeando pelas ruas de Santa Teresa. Uma
delícia!
Anexo 5
A distância entre veículos motores
e as bicicletas...uma discussão:
Na região de Napa, na Califórnia,
está ocorrendo a discussão sobre a distância segura a ser mantida quando um
veículo motorizado passa ou ultrapassa uma bicicleta.
Anexo 6
Filmes: Carregando Bicicletas nos
“Racks Frontais Para Transporte de Bicicletas” em ônibus
urbanos (Fonte: You Tube)
Anexo 7
Regras para uso do Metrô em SP e BH
Regras para uso de bicicletas no
Metrô de Nova York.
Do “Não” ao “Sim”, no Metrô de
Toronto, Canadá.
Curitibanos conscientes, mas
podemos fazer melhor que eles!!!
E no “Tube”, de Londres.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Filhos, festas e aparelhinhos eletrônicos.
Do Blog Ombudsmãe (de Thaís Vinha)
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Você está numa festa ou jantar. Ao seu lado, um adulto saca do bolso um celular e começa a interagir com a tela. Você tenta puxar conversa, mas ele responde por monossílabos, sem tirar os olhos do pequeno monitor. Isso quando lhe dá alguma resposta. Logo, você e todos ao redor desistem de fazer contato. E a festa segue sem ele.
Adultos normalmente não fazem isso em encontros sociais. É extremamente mal educado além de um despropósito em uma reunião entre familiares e amigos. Quem não quer interagir, que fique em casa.
Pois alguém me ajude a entender o motivo deste comportamento ser cada vez mais tolerado entre as crianças e adolescentes. Nos eventos deste final de ano, me surpreendi com a quantidade de crianças em atitude quase autística diante de um pequeno aparelho eletrônico.
Meninos e meninas que não conversam com primos, mal respondem às perguntas dos avôs e não se esforçam em fazer amigos. Cheguei a testemunhar adolescentes entediados em locais com mar, gente da mesma idade e piscina, porque lá não tinha internet ou gueiminho. E o pior é que faziam todos ao redor se sentirem os mais chatos do planeta. Difícil competir com o Steve Jobs ou com o Mark Zuckerberg.
Eu sei que começar o ano com um puxão de orelha não pega nada bem, mas pai e mãe, que filhos são esses que estamos criando? A sociabilização é um aprendizado. E como todos os aprendizados tem suas etapas ao longo das diversas fases da vida. Nossos filhos, com nossa total conivência (e, convenhamos, muitas vezes para nosso sossego), estão deixando de viver fases essenciais deste aprendizado.
Os aparelhinhos são inevitáveis? Que sejam, mas cabe a nós orientá-los para o uso social deles. Em festas nem pensar. (Em recreio de escola idem, onde já se viu criança parada e sozinha no intervalo?)
Tourear crianças em restaurante ou eventos não é fácil. Mas se o convite é para levá-las, que sejam aceitas como são: irriquietas, brincalhonas, barulhentas, crianças, ora! Antes isso do que decorações de mesa com brilho azul no rosto.
O que mais sinto é pela perda. As crianças que vi conectadas me pareceram muito legais. Talvez se eu tivesse um outro aparelhinho conseguiria que elas me adicionassem como amiga. Na base da conversa, fracassei.
O Movimento Multa do Cidadão é a resposta de um grupo de cidadãos contra anos de omissão do poder público em coibir o abuso dos direitos de quem caminha por calçadas. Nelas, estaciona-se, põe-se mesas, caixas, deixa-se esburacada, suja, faz-se necessidades, atira-se lixo, e tudo o mais. Rua é fora. E nada é feito para melhorá-las. Quem caminha, entende-se, é um ser de segunda categoria.
Mas, com a recente criação do Movimento Multa do Cidadão, pode-se melhorar a situação. O Movimento 'multa'... ele, eu , você e todos também. Qualquer um pode...e deve. Nesta primeira etapa, criou-se 'multas-adesivos' para serem coladas aos vidros dos carros estacionados sobre calçadas. É o começo, e parece que a ideia caminha muito bem! Veja as multas. Se quiser, imprima-as em adesivos e junte-se ao Movimento, que é aberto. Dê notícias! Ou entre em contato para obtê-las.
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