domingo, 25 de março de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Por Uma Melhor Integração: METRÔ-Rio + BICICLETAS
O que nos
traz hoje, Ciclistas Cariocas *, ao Metrô-Rio é o desejo de tornar a Cidade do
Rio de Janeiro mais humana e sustentável. O Metrô-Rio e as Bicicletas exercem
juntos, neste sonho possível, um fundamental papel: o Metrô-Rio, com seu
sistema de transporte limpo, rápido e de alta capacidade e as Bicicletas**, por
serem ecológicas, igualitárias e saudáveis, por excelência!
O diálogo
entre o Metrô-Rio e as Bicicletas tem uma história que começa em 2004 (Anexo 1).
Como resultado disto, há hoje bicicletários em onze estações, e é permitido
transportar Bicicletas nos trens nos finais de semanas. Estes relevantes passos
demonstram a capacidade de negociação das partes envolvidas e seu entendimento a
respeito dos ganhos da cidade ao integrar as duas modalidades de transporte.
Prosseguindo
neste diálogo, apresentamos, a seguir, propostas que avançam na integração.
Metrô/Bicicletas.
|
PROPOSTAS
1)
Realização de um estudo sobre a demanda e a oferta de
vagas nos bicicletários existentes nas estações do Metrô-Rio. Sugerimos que o
referido estudo seja conduzido por especialistas do Metrô em parceria com
representantes dos Ciclistas Cariocas. O tema é recorrente nas redes sociais
virtuais de ciclismo no Rio de Janeiro e, portanto, merece nova pesquisa que
subsidie as reais necessidades.
2)
Extensão da permissão para se portar Bicicletas nos
trens para os dias de semana. A determinação sobre quais
vagões, portas e horários será permitido transportá-las será definida pela
concessionária do Metrô-Rio. Pesquisamos como se dá este transporte em outras
cidades brasileiras (São Paulo, BH e Curitiba) e do mundo (Nova York, Londres e
Toronto) (ver Anexo 7).
3)
Permissão para se transportar Bicicletas Dobráveis, dobradas
e embaladas, em bolsas apropriadas, em todos os vagões, todos os dias, com
as devidas recomendações e cuidados postados nas estações (Anexo 4).
4) Permissão para o transporte de bicicletas nas escadas
rolantes. Sobre o tema, leia o texto extraído do Site Transporte
Ativo e veja o filme, no You Tube, que trata do Metrô de São Paulo.
5)
Colocação de Adesivos Educativos na traseira dos
ônibus do Metrô-Rio, e nos conveniados, e nos painéis internos
frontais. Os adesivos (como os mostrados abaixo) informam sobre segurança, lei
e convivência com o ciclista que, de acordo com o CTB Código de Trânsito Brasileiro,
deve, na ausência de ciclovias, circular na via para automóveis (ver também
Anexo 3):
Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de
pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver
ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização
destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação
regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.
Art. 201. (motoristas devem..) guardar
distância lateral de um metro e cinquenta centímetros ao passar ou ultrapassar
bicicleta.
Art. 220. Deixar de reduzir a
velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito:......
XII ao ultrapassar ciclista: Infração - grave;
(A
discussão sobre a distância segura entre veículos a motor e bicicletas está
ocorrendo em inúmeras localidades do mundo. Veja um exemplo no Anexo 3).
6)
Instalação de ‘Racks’ para Bicicletas na parte frontal
dos ônibus do Metrô-Rio e dos conveniados que percorrem as linhas expressas
da cidade, como a ligação Barra – Leblon (veja como se carrega o ‘Rack’, no Anexo 6).
Rack
para Bicicletas usado em inúmeras cidades da Europa e América do Norte.
7)
Participação de Ciclistas
Educadores nos programas de treinamento do Metrô-Rio para
familiarizar seu staff com a presença
crescente de Bicicletas nos trens e estações e vias públicas. A tônica dos
programas será o RESPEITO MÚTUO, e o treinamento se dará por meio de palestras,
vivências – motoristas e condutores de trens serão colocados na situação de
ciclistas, e vice-versa – filmes, e outros.
8)
Emprego dos monitores de TV nas
plataformas para projeções que incentivem e eduquem passageiros
a usarem Bicicletas e as transportarem no Metrô-Rio.
CONCLUSÃO
Esperamos que o nosso
encontro renove e reafirme a relação de parceria entre o Metrô-Rio e os Ciclistas
Cariocas. Que gere excelentes frutos e ações conjuntas neste futuro tão próximo
em que o Rio recebe importantes eventos - Rio + 20, COPA do Mundo e Olimpíadas.
Transporte público de qualidade, integrado a Bicicletas, será fundamental para
o sucesso destas iniciativas.
As três esferas de governo
respaldam a integração intermodal com Bicicletas: a Prefeitura da Cidade do Rio
de Janeiro, “Capital da Bicicleta” declarada, o Governo Estadual, com o programa da
Secretaria de Transportes intitulado “Rio Estado da Bicicleta” e o Governo Federal, no âmbito do Ministério das Cidades,
que possui o programa “Bicicleta-Brasil”.
Queremos poder contar
com a parceria do Metrô-Rio, e das empresas de ônibus conveniadas, nesta
iniciativa que se inspira tão somente no desejo de um futuro melhor e mais
sustentável na Cidade do Rio de Janeiro. Ganharemos todos muito, cariocas,
turistas e
a cidade que queremos maravilhosa!
Maysa Blay maysablay@gmail.com
Zé Lobo zelobo@ta.org.br
Anexo 1
Metrô Rio e o Ciclista

A Transporte
Ativo procurou o metrô pela primeira vez em 2004, através de Carlos André
Ferreira, o Kadeh, um dos sócios fundadores. O Motivo era o embarque de
bicicletas nos vagões, no mesmo ano o Grupo de Trabalho para Ciclovias da
Prefeitura, da qual a Transporte Ativo faz parte, também se pronunciou sobre o
assunto com o Metrô Rio. Um ano depois, em 2005, a empresa começava a
integração bicicletas / metrô, liberando o embarque destas aos domingos.
Ao longo dos
anos, vários técnicos e funcionários do Metrô Rio, participaram de workshops e
seminários ministrados pela Transporte Ativo em Parceria com a Prefeitura do
Rio, se aproximando cada vez mais do assunto bicicletas e transporte público,
veja alguns links para algumas atividades que o Metrô Rio participou:
http://www.ta.org.br/site/banco/7manuais/workshop/ws_ciclo_2007.htm
http://www.ta.org.br/site/BAnco/7manuais/t5wsp/
http://www.ta.org.br/site/banco/7manuais/workshop/ws_ciclo_2007.htm
http://www.ta.org.br/site/BAnco/7manuais/t5wsp/
Em 2008, em
uma nova aproximação, a TA levou ao Metrô uma apresentação sobre Bicicletas
Públicas, com o objetivo de apresentar a empresa uma nova tendência que estava
por vir e as possibilidades de integração modal entre bicicletas e metrô. O
mesmo projeto foi apresentado à Prefeitura e originou a atual Zona 30 de
Copacabana.
O assunto
despertou interesse, por parte do Metrô Rio, em bicicletários nos foi pedida uma
apresentação sobre o tema, seguida de um acompanhamento até o início da
implantação dos atuais bicicletários nas estações.
Anexo 2
A
propaganda se vale da Bicicleta para projetar sua imagem de sustentabilidade.
Exemplos, entre nós, são o Banco Itaú e o Bradesco, as seguradoras Sul América,
Porto Seguro e UNIMED, e muitas outras empresas. Veja alguns exemplos abaixo.
PORTO SOCORRO
BIKE
A Porto Seguro
incentiva o uso da bicicleta. E para que você possa pedalar com tranquilidade,
desenvolvemos o Porto Socorro Bike: um serviço de assistência* dia
e noite em caso de:
·
Pneu furado: reparo ou trocada câmara de ar (aros 20" e 26");
·
Quebra da corrente: emenda ou troca da corrente...
SULAMERICA
NIGHT BIKERS
|
Itaú
patrocina programa de aluguel de bicicletas no Rio
Ao todo serão
instaladas 60 estações em 14 bairros da cidade até 13 de dezembro deste ano
Gustavo Rampini
Anexo 3
A
BICICLETA :: Código de Trânsito Brasileiro (CTB)
Regras relativas a bicicletas
Art. 21.
Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;
I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;
II - planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de
veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação
e da segurança de ciclistas;
Art. 24.
Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito
de sua circunscrição:
I -
cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas
atribuições;
II -
planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres
e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de
ciclistas;
Art. 38.
Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o
condutor deverá:
(...)
Parágrafo
único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder
passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido
contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de
preferência de passagem.
Art. 39.
Nas vias urbanas, a operação de retorno deverá ser feita nos locais para isto
determinados, quer por meio de sinalização, quer pela existência de locais
apropriados, ou, ainda, em outros locais que ofereçam condições de segurança e
fluidez, observadas as características da via, do veículo, das condições meteorológicas
e da movimentação de pedestres e ciclistas.
Art. 58.
Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá
ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não
for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo
sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os
veículos automotores.
Parágrafo
único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar
a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos
automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.
Art. 59.
Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com
circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.
DOS
PEDESTRES E CONDUTORES DE VEÍCULOS NÃO MOTORIZADOS
Art. 68.
É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios ou passagens apropriadas das
vias urbanas e dos acostamentos das vias rurais para circulação, podendo a
autoridade competente permitir a utilização de parte da calçada para outros
fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedestres.
§ 1.º O
ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos
e deveres (...).
Anexo 4
Dobráveis”, conheça um pouco mais:
E a carioquíssima “Cyclophônica”, uma Orquestra de Câmara
Sobre Rodas, em suas “Dobráveis”, passeando pelas ruas de Santa Teresa. Uma
delícia!
Anexo 5
A distância entre veículos motores
e as bicicletas...uma discussão:
Na região de Napa, na Califórnia,
está ocorrendo a discussão sobre a distância segura a ser mantida quando um
veículo motorizado passa ou ultrapassa uma bicicleta.
Anexo 6
Filmes: Carregando Bicicletas nos
“Racks Frontais Para Transporte de Bicicletas” em ônibus
urbanos (Fonte: You Tube)
Anexo 7
Regras para uso do Metrô em SP e BH
Regras para uso de bicicletas no
Metrô de Nova York.
Do “Não” ao “Sim”, no Metrô de
Toronto, Canadá.
Curitibanos conscientes, mas
podemos fazer melhor que eles!!!
E no “Tube”, de Londres.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Filhos, festas e aparelhinhos eletrônicos.
Do Blog Ombudsmãe (de Thaís Vinha)
Compartilhado.
Compartilhado.
Você está numa festa ou jantar. Ao seu lado, um adulto saca do bolso um celular e começa a interagir com a tela. Você tenta puxar conversa, mas ele responde por monossílabos, sem tirar os olhos do pequeno monitor. Isso quando lhe dá alguma resposta. Logo, você e todos ao redor desistem de fazer contato. E a festa segue sem ele.
Adultos normalmente não fazem isso em encontros sociais. É extremamente mal educado além de um despropósito em uma reunião entre familiares e amigos. Quem não quer interagir, que fique em casa.
Pois alguém me ajude a entender o motivo deste comportamento ser cada vez mais tolerado entre as crianças e adolescentes. Nos eventos deste final de ano, me surpreendi com a quantidade de crianças em atitude quase autística diante de um pequeno aparelho eletrônico.
Meninos e meninas que não conversam com primos, mal respondem às perguntas dos avôs e não se esforçam em fazer amigos. Cheguei a testemunhar adolescentes entediados em locais com mar, gente da mesma idade e piscina, porque lá não tinha internet ou gueiminho. E o pior é que faziam todos ao redor se sentirem os mais chatos do planeta. Difícil competir com o Steve Jobs ou com o Mark Zuckerberg.
Eu sei que começar o ano com um puxão de orelha não pega nada bem, mas pai e mãe, que filhos são esses que estamos criando? A sociabilização é um aprendizado. E como todos os aprendizados tem suas etapas ao longo das diversas fases da vida. Nossos filhos, com nossa total conivência (e, convenhamos, muitas vezes para nosso sossego), estão deixando de viver fases essenciais deste aprendizado.
Os aparelhinhos são inevitáveis? Que sejam, mas cabe a nós orientá-los para o uso social deles. Em festas nem pensar. (Em recreio de escola idem, onde já se viu criança parada e sozinha no intervalo?)
Tourear crianças em restaurante ou eventos não é fácil. Mas se o convite é para levá-las, que sejam aceitas como são: irriquietas, brincalhonas, barulhentas, crianças, ora! Antes isso do que decorações de mesa com brilho azul no rosto.
O que mais sinto é pela perda. As crianças que vi conectadas me pareceram muito legais. Talvez se eu tivesse um outro aparelhinho conseguiria que elas me adicionassem como amiga. Na base da conversa, fracassei.
O Movimento Multa do Cidadão é a resposta de um grupo de cidadãos contra anos de omissão do poder público em coibir o abuso dos direitos de quem caminha por calçadas. Nelas, estaciona-se, põe-se mesas, caixas, deixa-se esburacada, suja, faz-se necessidades, atira-se lixo, e tudo o mais. Rua é fora. E nada é feito para melhorá-las. Quem caminha, entende-se, é um ser de segunda categoria.
Mas, com a recente criação do Movimento Multa do Cidadão, pode-se melhorar a situação. O Movimento 'multa'... ele, eu , você e todos também. Qualquer um pode...e deve. Nesta primeira etapa, criou-se 'multas-adesivos' para serem coladas aos vidros dos carros estacionados sobre calçadas. É o começo, e parece que a ideia caminha muito bem! Veja as multas. Se quiser, imprima-as em adesivos e junte-se ao Movimento, que é aberto. Dê notícias! Ou entre em contato para obtê-las.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Fonte: http://www.laarena.com.ar/opinion-cuba_con_su_socialismo_vivo__muchos_amigos_y_el_enemigo_de_siempre-69234-111.html
Edición del 3/1/2012
Reuniones culturales y conciertos fueron la forma cubana de festejar el 53 aniversario de la revolución. Gobiernos amigos del mundo la saludaron con admiración. Y el imperio rechinó los dientes, con odio.
EMILIO MARIN
La conmemoración del 53 aniversario de la Revolución Cubana tuvo de todo en La Habana y otras ciudades. Apegados a la tradición, se dispararon 21 tiros de cañón en la Fortaleza San Carlos. Posiblemente esos cañonazos quisieran decirles a los enemigos que quien invada Cuba, como sentenció Antonio Maceo, "recogerá el polvo de su suelo anegado en sangre, si no perece en la lucha". A los amigos, esas salvas pueden despabilarlos, por si alguno se durmió en los laureles...
La fiesta no se vistió del militar verde olivo. Tuvo mucho de cultural, como corresponde a una nación que ostenta un alto grado de desarrollo científico e intelectual. En la sala García Lorca del Gran Teatro de La Habana, el Ballet Nacional de Cuba dirigido por la longeva Alicia Alonso interpretó Cascanueces. En la calle, en la Tribuna Antiimperialista "José Martí", actuó el premio nacional de Música 2011, Pachi Naranjo y su orquesta Original de Manzanillo. En Holguín hubo cena gigante, bailes, etc. En Santiago de Cuba, niños y jóvenes hicieron una imitación de la marcha de los guerrilleros de 1959.
En fin, cañones y cultura, de puntería y calidad, sirvieron como herramientas para anunciar a los 11.2 millones de cubanos que la revolución está vivita y coleando. Bloqueada en forma impiadosa por el mal vecino estadounidense, de todos modos Cuba va. En el camino quedaron burgueses como Manuel Urrutia y José Miró Cardona, algunos traidores como el general Raúl Arnaldo Ochoa. Y fueron superados los 638 intentos de la CIA por asesinar a Fidel Castro, que desafiaba a Wall Street y el Pentágono a sólo 90 millas de La Florida.
Dirección.
La dirección de un proceso revolucionario es un asunto capital Los soviéticos perdieron a Lenin por enfermedad en 1924, tras ser baleado por una activista socialista-revolucionaria, "de izquierda", apenas a siete años de la insurrección de Petrogrado. Los cubanos, en cambio, han tenido la eficacia de haber conjurado esos centenares de intentos de matar al comandante. Y éste llevó las riendas del gobierno con la sapiencia de un estadista, hasta 2006, cuando cayó enfermo y fue reemplazado por el entonces segundo secretario del Partido Comunista de Cuba, Raúl Castro.
Incluso hoy cuando está retirado de cargos en el gobierno y PCC, Fidel provee apoyo intelectual. En 2011 escribió 49 Reflexiones sobre diversos temas: el primero "¿Qué diría Einstein?", del 6/01/2011 y el último de esta serie "Cinismo genocida", del 14/11/2011. Contar con un dirigente excepcional fue una bendición de la revolución cubana, que explica en parte las victorias. En 1898, cuando caía en batalla José Martí, el ruso Jorge Plejanov escribía "El rol del individuo en la historia". Si hubiera conocido al nacido en Birán el 13 de agosto de 1926, lo habría puesto de ejemplo. La masa hace la gran parte de esta historia, por supuesto, pero necesita una buena dirección. Cuba la tuvo. Y la tiene como se vio en el VI Congreso del PCC.
Vaso medio lleno.
Para evaluar los logros de un gobierno hay que ver los resultados de su gestión y el contexto en que fueron alcanzados. Una cosa es que no haya bloqueo imperial y otra es si se sufren todas sus consecuencias. El balance tiene que tomar en consideración los datos del país. ¿Tiene una pampa húmeda como la Argentina capaz de producir alimentos para 400 millones de personas? ¿O la riqueza petrolera de una Arabia Saudita o Venezuela? ¿La revolución heredó un aparato industrial de primer nivel al que sólo debió cambiar de rótulo, de "Sociedad Anónima" a "Socialista"?
La sola enunciación de esos criterios anticipa la buena nota de quienes en 1959 encontraron las arcas del Banco Nacional vaciadas por la banda de Fulgencio Batista en fuga hacia República Dominicana. Que arrancaron con un pueblo estragado por el analfabetismo y tremendo atraso en los bohíos campesinos. Su industria era coja, caminaba con la pata de los ingenios azucareros. No tenía petróleo y a lo sumo refinaba en empresas norteamericanas hasta que éstas dijeron No.
Hablando del "oro negro", en base a su esfuerzo y los contratos firmados con empresas extranjeras -un cambio que viene de varios años atrás- en 2011 Cuba produjo 4 millones de toneladas de petróleo y gas. Y van a ser muchos más si progresa la exploración de sus socios internacionales en zonas propias del Golfo de México (van fifty-fifty en lo que se halle). La gusanería de Miami con bancas en el Capitolio, como la republicana Ileana Ros-Lehtinen, clama para que EE. UU. lo impida so pretexto de precaverse de derrames petroleros que afecten al golfo y La Florida.
Sin analfabetismo.
Haber erradicado el analfabetismo a fines de 1961, puso a la Mayor de las Antillas a la vanguardia -en el buen sentido sarmientino- de "educar al soberano". Y el impulso llega hasta hoy: 500.000 estudiantes comenzaron el pasado 5 de setiembre el año lectivo en 50 universidades.
Muchos de esos alumnos son extranjeros. Miles de becarios de la Escuela Latinoamericana de Medicina (ELAM) estudian gratuitamente con el compromiso de volver como médicos a sus poblaciones. Ya van por la séptima promoción, desde que en 2005 se graduó la primera. Antes de 1999 la isla mandaba sus médicos a las naciones afectadas por una epidemia o terremoto, y luego pasó a formarles sus propios profesionales. Esto no significa que los galenos cubanos no sigan yendo donde se los necesita: 40.000 especialistas están en 70 países, muchos son médicos. Fueron a Haití y Pakistán, pasando por Venezuela y Angola. Donde hay un intenso dolor humano, un médico cubano lo atiende.
Los gobernantes norteamericanos tratan de comprar a esos médicos cubanos, como a los atletas. De vez en cuando logran un pescado, pero el grueso de los tentados no se traga el anzuelo. ¿Prueba? Cuba ocupó el segundo lugar en los Juegos Panamericanos de Guadalajara, con 58 medallas de oro.
Todo lo que falta.
Si la revolución social ha avanzado a pesar de tanto bloqueo, "cordón sanitario", invasiones, intentos de asesinatos, atentados terroristas, propagación de dengue, campañas mediáticas y labor de zapa de los "quintacolumnistas", etc, es porque goza del apoyo de la amplia mayoría de la población. Esto no es algo fortuito. Esa gente protagoniza la revolución y la apoya porque conoce sus bondades. Un círculo virtuoso.
La tasa de mortalidad infantil en Cuba es inferior al 5 por cada mil nacidos vivos. En Argentina, donde también hubo progresos, es de 12 por mil, por lo que resta mucho por hacer, tal como le recomendó Fidel Castro a Néstor Kirchner en la cumbre del Mercosur en Córdoba, en 2006.
En septiembre pasado el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF) divulgó el informe "Progreso para la Infancia un Balance sobre la Nutrición". Allí se alertaba que en el mundo existen 146 millones de niños menores de cinco años con problemas de graves de desnutrición infantil. Ninguno de ellos es cubano. UNICEF confirmó que Cuba es el único país sin desnutrición infantil. Por su parte la UNESCO reconoció que el 99,8 por ciento de los cubanos mayores de 15 años saben leer y escribir.
¿Acaso sólo se ocupan de los niños? No. La esperanza de vida de los isleños es de 78 años y eso significa que los adultos también son bien tratados, bien alimentados y bien medicados.
El uno-dos.
Cuando la ONU haga en 2015 el racconto de los Objetivos del Milenio de salud y educación, la isla estará en el podio. Su canciller Bruno Rodríguez manifestó en la ONU: "en Cuba, las metas previstas en la Declaración del Milenio han sido cumplidas prácticamente en su totalidad, y en algunos casos superadas con creces".
Antes se dijo que el vaso de la revolución estaba "medio lleno". También afronta sus dificultades, problemas y errores, y en este sentido también se lo puede ver "medio vacío". El VI Congreso partidario, los consejos de ministros, la Asamblea Nacional, etc, han hecho un serio llamado contra el burocratismo, el delito, la corrupción, la indisciplina laboral, el fraude, el cuatrerismo y una serie de deformaciones. La situación es grave, al punto que Raúl Castro ha denunciado que "la corrupción equivale a la contrarrevolución".
Pugilísticamente hablando, los cubanos han aplicado "un-dos" a ese enemigo interno: en abril de 2010 fue el VI Congreso y en enero realizarán la Conferencia nacional. No podrán decir que están cansados. El 1 de enero de 1959, su comandante en jefe habló ante la multitud reunida en el Parque Céspedes de Santiago de Cuba y advirtió: "La Revolución empieza ahora, la Revolución no será una tarea fácil, la Revolución será una empresa dura y llena de peligros". Tal cual.
Edición del 3/1/2012
Cuba con su socialismo vivo, muchos amigos y el enemigo de siempre
EMILIO MARIN
La conmemoración del 53 aniversario de la Revolución Cubana tuvo de todo en La Habana y otras ciudades. Apegados a la tradición, se dispararon 21 tiros de cañón en la Fortaleza San Carlos. Posiblemente esos cañonazos quisieran decirles a los enemigos que quien invada Cuba, como sentenció Antonio Maceo, "recogerá el polvo de su suelo anegado en sangre, si no perece en la lucha". A los amigos, esas salvas pueden despabilarlos, por si alguno se durmió en los laureles...
La fiesta no se vistió del militar verde olivo. Tuvo mucho de cultural, como corresponde a una nación que ostenta un alto grado de desarrollo científico e intelectual. En la sala García Lorca del Gran Teatro de La Habana, el Ballet Nacional de Cuba dirigido por la longeva Alicia Alonso interpretó Cascanueces. En la calle, en la Tribuna Antiimperialista "José Martí", actuó el premio nacional de Música 2011, Pachi Naranjo y su orquesta Original de Manzanillo. En Holguín hubo cena gigante, bailes, etc. En Santiago de Cuba, niños y jóvenes hicieron una imitación de la marcha de los guerrilleros de 1959.
En fin, cañones y cultura, de puntería y calidad, sirvieron como herramientas para anunciar a los 11.2 millones de cubanos que la revolución está vivita y coleando. Bloqueada en forma impiadosa por el mal vecino estadounidense, de todos modos Cuba va. En el camino quedaron burgueses como Manuel Urrutia y José Miró Cardona, algunos traidores como el general Raúl Arnaldo Ochoa. Y fueron superados los 638 intentos de la CIA por asesinar a Fidel Castro, que desafiaba a Wall Street y el Pentágono a sólo 90 millas de La Florida.
Dirección.
La dirección de un proceso revolucionario es un asunto capital Los soviéticos perdieron a Lenin por enfermedad en 1924, tras ser baleado por una activista socialista-revolucionaria, "de izquierda", apenas a siete años de la insurrección de Petrogrado. Los cubanos, en cambio, han tenido la eficacia de haber conjurado esos centenares de intentos de matar al comandante. Y éste llevó las riendas del gobierno con la sapiencia de un estadista, hasta 2006, cuando cayó enfermo y fue reemplazado por el entonces segundo secretario del Partido Comunista de Cuba, Raúl Castro.
Incluso hoy cuando está retirado de cargos en el gobierno y PCC, Fidel provee apoyo intelectual. En 2011 escribió 49 Reflexiones sobre diversos temas: el primero "¿Qué diría Einstein?", del 6/01/2011 y el último de esta serie "Cinismo genocida", del 14/11/2011. Contar con un dirigente excepcional fue una bendición de la revolución cubana, que explica en parte las victorias. En 1898, cuando caía en batalla José Martí, el ruso Jorge Plejanov escribía "El rol del individuo en la historia". Si hubiera conocido al nacido en Birán el 13 de agosto de 1926, lo habría puesto de ejemplo. La masa hace la gran parte de esta historia, por supuesto, pero necesita una buena dirección. Cuba la tuvo. Y la tiene como se vio en el VI Congreso del PCC.
Vaso medio lleno.
Para evaluar los logros de un gobierno hay que ver los resultados de su gestión y el contexto en que fueron alcanzados. Una cosa es que no haya bloqueo imperial y otra es si se sufren todas sus consecuencias. El balance tiene que tomar en consideración los datos del país. ¿Tiene una pampa húmeda como la Argentina capaz de producir alimentos para 400 millones de personas? ¿O la riqueza petrolera de una Arabia Saudita o Venezuela? ¿La revolución heredó un aparato industrial de primer nivel al que sólo debió cambiar de rótulo, de "Sociedad Anónima" a "Socialista"?
La sola enunciación de esos criterios anticipa la buena nota de quienes en 1959 encontraron las arcas del Banco Nacional vaciadas por la banda de Fulgencio Batista en fuga hacia República Dominicana. Que arrancaron con un pueblo estragado por el analfabetismo y tremendo atraso en los bohíos campesinos. Su industria era coja, caminaba con la pata de los ingenios azucareros. No tenía petróleo y a lo sumo refinaba en empresas norteamericanas hasta que éstas dijeron No.
Hablando del "oro negro", en base a su esfuerzo y los contratos firmados con empresas extranjeras -un cambio que viene de varios años atrás- en 2011 Cuba produjo 4 millones de toneladas de petróleo y gas. Y van a ser muchos más si progresa la exploración de sus socios internacionales en zonas propias del Golfo de México (van fifty-fifty en lo que se halle). La gusanería de Miami con bancas en el Capitolio, como la republicana Ileana Ros-Lehtinen, clama para que EE. UU. lo impida so pretexto de precaverse de derrames petroleros que afecten al golfo y La Florida.
Sin analfabetismo.
Haber erradicado el analfabetismo a fines de 1961, puso a la Mayor de las Antillas a la vanguardia -en el buen sentido sarmientino- de "educar al soberano". Y el impulso llega hasta hoy: 500.000 estudiantes comenzaron el pasado 5 de setiembre el año lectivo en 50 universidades.
Muchos de esos alumnos son extranjeros. Miles de becarios de la Escuela Latinoamericana de Medicina (ELAM) estudian gratuitamente con el compromiso de volver como médicos a sus poblaciones. Ya van por la séptima promoción, desde que en 2005 se graduó la primera. Antes de 1999 la isla mandaba sus médicos a las naciones afectadas por una epidemia o terremoto, y luego pasó a formarles sus propios profesionales. Esto no significa que los galenos cubanos no sigan yendo donde se los necesita: 40.000 especialistas están en 70 países, muchos son médicos. Fueron a Haití y Pakistán, pasando por Venezuela y Angola. Donde hay un intenso dolor humano, un médico cubano lo atiende.
Los gobernantes norteamericanos tratan de comprar a esos médicos cubanos, como a los atletas. De vez en cuando logran un pescado, pero el grueso de los tentados no se traga el anzuelo. ¿Prueba? Cuba ocupó el segundo lugar en los Juegos Panamericanos de Guadalajara, con 58 medallas de oro.
Todo lo que falta.
Si la revolución social ha avanzado a pesar de tanto bloqueo, "cordón sanitario", invasiones, intentos de asesinatos, atentados terroristas, propagación de dengue, campañas mediáticas y labor de zapa de los "quintacolumnistas", etc, es porque goza del apoyo de la amplia mayoría de la población. Esto no es algo fortuito. Esa gente protagoniza la revolución y la apoya porque conoce sus bondades. Un círculo virtuoso.
La tasa de mortalidad infantil en Cuba es inferior al 5 por cada mil nacidos vivos. En Argentina, donde también hubo progresos, es de 12 por mil, por lo que resta mucho por hacer, tal como le recomendó Fidel Castro a Néstor Kirchner en la cumbre del Mercosur en Córdoba, en 2006.
En septiembre pasado el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF) divulgó el informe "Progreso para la Infancia un Balance sobre la Nutrición". Allí se alertaba que en el mundo existen 146 millones de niños menores de cinco años con problemas de graves de desnutrición infantil. Ninguno de ellos es cubano. UNICEF confirmó que Cuba es el único país sin desnutrición infantil. Por su parte la UNESCO reconoció que el 99,8 por ciento de los cubanos mayores de 15 años saben leer y escribir.
¿Acaso sólo se ocupan de los niños? No. La esperanza de vida de los isleños es de 78 años y eso significa que los adultos también son bien tratados, bien alimentados y bien medicados.
El uno-dos.
Cuando la ONU haga en 2015 el racconto de los Objetivos del Milenio de salud y educación, la isla estará en el podio. Su canciller Bruno Rodríguez manifestó en la ONU: "en Cuba, las metas previstas en la Declaración del Milenio han sido cumplidas prácticamente en su totalidad, y en algunos casos superadas con creces".
Antes se dijo que el vaso de la revolución estaba "medio lleno". También afronta sus dificultades, problemas y errores, y en este sentido también se lo puede ver "medio vacío". El VI Congreso partidario, los consejos de ministros, la Asamblea Nacional, etc, han hecho un serio llamado contra el burocratismo, el delito, la corrupción, la indisciplina laboral, el fraude, el cuatrerismo y una serie de deformaciones. La situación es grave, al punto que Raúl Castro ha denunciado que "la corrupción equivale a la contrarrevolución".
Pugilísticamente hablando, los cubanos han aplicado "un-dos" a ese enemigo interno: en abril de 2010 fue el VI Congreso y en enero realizarán la Conferencia nacional. No podrán decir que están cansados. El 1 de enero de 1959, su comandante en jefe habló ante la multitud reunida en el Parque Céspedes de Santiago de Cuba y advirtió: "La Revolución empieza ahora, la Revolución no será una tarea fácil, la Revolución será una empresa dura y llena de peligros". Tal cual.
No dia 23/01, escrevemos para o CCBB - Registrado aqui para controle.
Olá Senhoras/Senhores do CCBB,
Venho comunicar-lhes que na semana que se passou, minha amiga Martha Bicalho, portadora do mal denominado Esclerose Múltipla, tentou visitar a exposição sobre a Índia. Tendo que usar a cadeira de rodas do centro cultural, e por esta estar ocupada, aguardou por mais de hora e meia, quando decidiu partir, sem ver a referida exposição.
O que me surpreendeu foi que o CCBB, ela soube, dispõe de apenas uma cadeira de rodas!
Olá Senhoras/Senhores do CCBB,
Venho comunicar-lhes que na semana que se passou, minha amiga Martha Bicalho, portadora do mal denominado Esclerose Múltipla, tentou visitar a exposição sobre a Índia. Tendo que usar a cadeira de rodas do centro cultural, e por esta estar ocupada, aguardou por mais de hora e meia, quando decidiu partir, sem ver a referida exposição.
O que me surpreendeu foi que o CCBB, ela soube, dispõe de apenas uma cadeira de rodas!
Assim como minha amiga, inúmeras pessoas, com alguma disfunção física, ou idosos, necessitam de cadeiras de rodas parte do tempo. Uma exposição, que exige um caminhar lento e prolongado, pode ser impossível para estas pessoas. Este é o caso de Martha, que caminha com dificuldade e não pode executar este tipo de marcha.
Certamente, não custará muito ao CCBB, ou ao Banco do Brasil, que o patrocina, adquirir mais uma ou duas cadeiras, evitando, nos dias de grande fluxo de vistantes - e estes são muitos!! - este tipo de situação.
Seguramente, bastarão, a estes dignos cidadãos, as dificuldades de suas difíceis condições e o descaso com que a sociedade brasileira os trata. Devemos todos, fazer o que está ao nosso alcance para promover sua normal integração na sociedade.
Grata pela atenção, aguardo seus comentários.
Maysa Blay
Projeto entregue hoje à FETRASPOR - Federação Estadual do Transporte, que abarca todas as linhas e empresas de ônibus do Estado do Rio de Janeiro.
O projeto abaixo visou estabelecer um diálogo com as empresas de ônibus e melhorar a relação entre elas e os usuários de bicicletas - uma tribo crescente.
Fomos Lucimara Correa e eu, e nos reunimos com Márcia Vaz.
O projeto abaixo visou estabelecer um diálogo com as empresas de ônibus e melhorar a relação entre elas e os usuários de bicicletas - uma tribo crescente.
Fomos Lucimara Correa e eu, e nos reunimos com Márcia Vaz.
Rio de Janeiro, janeiro de 2012
INTRODUÇÃO
É com grande alegria e esperança que se dá este
encontro entre Fetranspor e representantes da sociedade civil que buscam um melhor
relacionamento entre Ônibus e Bicicletas no Estado do Rio de Janeiro. Há muito a
ser feito para tornar Ônibus e Bicicletas “amigos” e parceiros por uma cidade
mais sustentável.
Todas as grandes e médias cidades, no Brasil e no
mundo, estão buscando alternativas para os automóveis. Ônibus e Bicicletas
estão dentre as modalidades de transporte
mais importantes. Unindo esforços, todos sairemos ganhando!
PROPOSTAS
1 -Adesivos
Educativos
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro...
Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais
de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver
ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização
destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação
regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.
Art. 201. (os motoristas devem... )guardar
a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou
ultrapassar bicicleta.
Propormos que
adesivos (ver abaixo) sejam colocados nas traseiras dos ônibus (40cm x 40 cm.),
e no painel frontal do veículo (20cm. X 20 cm.), no alto, à vista do motorista
e dos passageiros.
2 - Programa Educativo
Propomos um programa
educativo regular com equipes de motoristas, instrutores e empresários do ramo
de transporte.
Nossa intenção é
familiarizar os agentes do transporte público com a presença crescente de
bicicletas, utilizadas como meio de transporte. A tônica do programa será o
RESPEITO MÚTUO.
O treinamento se dará
por meio de cursos, palestras de visitantes, vivências – motoristas de ônibus colocados
na situação de ciclistas e vice-versa – filmes, e outros.
3 - “Racks” para bicicletas
Instalação de “racks”, carregadores de bicicletas, na parte
frontal dos ônibus.
A sugestão é para veículos que percorrem vias expressas na cidade
do Rio de Janeiro e arredores, a Linha Vermelha, Linha Amarela, Avenida Brasil,
ligação Barra – Leblon, etc., promovendo assim a integração das modalidades de
transporte.
CONCLUSÃO
Esperamos que este nosso primeiro encontro gere bons frutos e
desdobre-se em ações conjuntas num futuro muito próximo.
Queremos contar com a valiosa amizade da Fetranspor, e de suas
associadas, nesta iniciativa pioneira, inspirada no desejo de um futuro melhor
na Cidade e no Estado do Rio de Janeiro.
São inúmeros indivíduos e grupos organizados de usuários de
bicicletas no Rio de Janeiro – pessoas
que utilizam bicicletas como meio de transporte – aqui contemplados.
Lembramos que o prefeito Eduardo Paes, declarou o “Rio de Janeiro,
a Capital da Bicicleta”. A declaração está no sítio de internet da Prefeitura e
expressa sua visão de futuro. E o Governo Federal, no âmbito do Ministério das
Cidades, possui o programa Bicicletas-Brasil.
Não há disputa entre ônibus e bicicletas. Deve, porém, haver PARCERIAS e todo o
RESPEITO. Ganharemos muito!
Maysa Blay
Lucimara Correa
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